Influenza A (H1N1)

De abril á junho, a influenza A/H1N1 chegou a atingir todos os continentes. O vírus apareceu perfeitamente adaptado ás transmissões que chegou ao alerta da Organização Mundial da Saúde: Uma perigosa pandemia.

O vírus é uma combinação de cinco genes de gripe suína, dois da aviária e um da humana, estão entre os mais simples que existem, porém mortais ao organismo do homem.

É certo que, todo mundo um dia em vida já pegou ao menos uma gripe, seja ela forte ou não. Um dos estudos da OMS aponta que 15% da população mundial fica gripada anualmente e que aproximadamente 500 mil pessoas morrem de gripe a cada ano.

O medo é inevitável, a doença já mudou a rotina de muita gente, de escolas, locais públicos e principalmente o cuidado preferencial dos hospitais. O fato mais assustador é que especialistas supõe que novas epidemias, mais fortes e resistentes, estão por vir e ao contrario de alguns anos atrás, quando só existiam navios para a deslocação de pessoas de continente para continente, hoje viajamos de um lado para outro em pouquíssimas horas (de avião), aumentando os riscos de que a influenza A e outras possíveis gripes voe de ponta a ponta o mundo inteiro.

O mundo é das baratas

As baratas do futuro estão a prova de alterações climáticas, é o que Natalie Schimpf e seus colegas da Universidade de Queensland em Brisbane, na Austrália examinaram.

Na pesquisa, Schimpf percebeu que as baratas alteram o padrão respiratório de acordo com a umidade, a concentração de dióxido de carbono e oxigênio.

Ele explica que as baratas perdem água enquanto respiram, ou seja, quando estão em um ambiente seco, a respiração mais curta proporciona uma perda bem menor da quantidade de liquido.

O estudo aborda o tema que as baratas estão altamente condicionadas a viver no subsolo, onde os níveis de CO2 são venenosos. Essa adaptação permite com que as baratas colonizem um habitat mais seco.

Segundo George McGavin, da Universidade de Oxford, as “Baratas têm uma incrível variedade de adaptações à vida em terra seca”.

Não é difícil imaginar, as mudanças climáticas nada podem fazer para o extermínio desses insetos.

Poluição interfere o sexo de animais e humanos

O estudo foi um dos vencedores do Prêmio Saúde 2008, promovido pela Editora Abril. Dois trabalhos de pesquisadores da USP tentam explicar o ocorrido e as conseqüências, a pesquisa “Poluição atmosférica em São Paulo diminui o nascimento de meninos e camundongos machos” mostra que quanto maior o número de partículas suspensas na atmosfera, menor a quantidade de meninos nascidos em regiões de São Paulo.

Segundo o estudo, a sujeira do ar afeta o cromossomo Y (do sexo masculino) o que causa certa dificuldade na formação dos meninos.

Jorge Hallak, um urologista, também se dedicou a desvendar o “mistério”, em um trabalho experimental observou que ratos expostos á poluição ejaculam menos, e afirma: “A poluição afeta a qualidade e a quantidade de sêmen”.

Já uma nova pesquisa aponta que a poluição nas águas é capaz de mudar o sexo dos caranguejos. Mas dessa vez, as fêmeas sofrem uma mutação quando entram em contato com o poluente e se masculinizam. O causador dessa mudança é uma tinta usada por pescadores. Essa tinta é usada para que alguns animais marinhos não grudem no casco do barco, causando a perda de velocidade e dificultando a pesca.

A substância encontrada na tinta é o TBT (tributilestanho), apontada como extremamente tóxica, responsável pela mudança nos caranguejos, segundo o biólogo Bruno Sant’Anna, da Unesp.