A Revolução do Trabalho

Faxineiro, Artesão, Médico, Engenheiro, Artista, pouco importa a profissão, o desemprego atinge boa parte da população do mundo e nenhuma dessas vagas está por assim dizer “fácil”.
A globalização tem gerado um transtorno para quem não acompanhou atenciosamente a grande mudança do século XXI. Mas não são culpados e ainda há tempo de recuperar a corrida.
A solução é incorporar os novos métodos empresariais na gestão de negócios e pessoas que colocam atenção redobrada nas questões de concorrência, exportações e espírito independente quebrando as fronteiras profissionais.
Um bom exemplo de sucesso é o Google, a empresa treina seus novos funcionários organizando uma viagem para quatro paises em 16 dias, lá eles tem a missão de absorver conhecimento e a cultura local, adquirir experiências e contatos que podem ajudar bastante a vida profissional. Os 16 escolhidos recrutados pelo Google são nada mais que recém formados com grandes idéias e desejos de inovação.
Em geral, grandes empresas estão adotando novos ambientes de trabalho e conseqüentemente gerando novos desafios, a função do empregado é surpreender e criar, deixando de lado o modelo tradicional na formação rígida empresarial. Nesse modelo apresenta-se a AES, com seus 30 mil funcionários, pode-se afirmar que muitas das decisões importantes são tomadas por empregados de diversos setores. A Predicta, em São Paulo, oferece cerveja à vontade para os funcionários durante o expediente, porquê tanto? Numa reportagem publicada pela Época, Marcelo Maizola, um dos três sócios da Predicta, afirma escolher seus funcionários a dedo e completa: “Se qualquer um deles quiser beber 10 latinhas de cerveja na hora do almoço, tenho certeza que ele sabe o que faz”.
O objetivo dessas empresas é desafiar, aprofundar as relações humanas, trabalhar com confiança nas pessoas que acreditam em mudanças constantes, no talento de surpreender e buscar novas formulas para o sucesso.