Carga Tributária no Brasil

Recentemente visitei o site do Instituto Brasileiro do Planejamento Tributário e encontrei um estudo bastante interessante sobre a Carga Tributária X Retorno de Bem Estar à Sociedade.

Entre os principais resultados encontrados no estudo observou-se que entre os 30 países com a maior carga tributária, o Brasil continua sendo o que proporciona o pior retorno dos valores arrecadados em prol do bem estar para a sociedade.

Essa questão é à principal responsável pelos conflitos no Brasil nos últimos meses. Existe falta de organização e má gestão do dinheiro público, é necessário buscar e corrigir a origem dessa política de governar um país recolhendo tanto imposto da população e não demonstrando nenhum retorno significativo.

Contudo as notícias recentes denotam que mesmo após as muitas manifestações pelo país, o Brasil ainda está muito longe de ter uma estrutura no mesmo patamar que à arrecadação tributária para a população, pode-se observar na pesquisa citada que os Estados Unidos possui carga tributária sobre o PIB de 25,10% e permanece no topo da lista, com melhor índice de retorno ao bem estar da sociedade, enquanto o Brasil com carga tributária de 36,02% ocupa o último – 30º lugar.

 

Carta Aberta à Pouca Vergonha

Desde o inicio de sua colonização, a natureza Brasileira tem sido agredida. A faixa litorânea foi a primeira a ser atingida e hoje cria extensões maiores e preocupantes.

Para o estabelecimento de cidades, a Mata Atlântica teve mais de 90% de sua área derrubada, agrupando modificações humanas, muitas em más condições de vida e saneamento, aumentando os impactos ambientais, chegando na atualidade com a grande degradação do ar atmosférico, tão comentado na cidade de São Paulo nesses últimos anos.

Logo na década de 1980, Cubatão, localizada na Baixada Santista, foi considerada a cidade mais poluída do mundo, graças as suas industriais de grande e médio porte, nacionais e estrangeiras agirem a favor da degradação ambiental, favorecendo a poluição das águas fluviais e subterrâneas, contaminando o solo e finalmente poluindo o ar atmosférico.

Não restam duvidas, as grandes metrópoles, são as regiões mais atingidas com a violência da mudança climática. Em conjunto, existe a péssima qualidade de vida da população.

As moradias em áreas de risco abrangem uma questão grave que denuncia a péssima gestão do solo urbano. Grandes cidades brasileiras apresentam esse problema, como Angra dos Reis, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Petrópolis, Nova Friburgo, Salvador e Recife.

No final de 2008, no estado de Santa Catarina, os deslizamentos de terra, causadas pelos três meses de chuva, deixaram mais de 80 mil pessoas desabrigadas e aproximadamente 135 mortos e no decorrer de todos os anos, durante os períodos de chuvas mais intensas, ocorre as quedas de encostas e os deslizamentos de terra, acumulando cada vez mais prejuízos graves nos centros urbanos.

Tragédias como estas são conseqüências principalmente do poder público que não administra seu poder em políticas competentes de ocupação, que poderiam sim ser evitadas.

Sobre Os Mamutes

Eu assisti “A Era do Gelo” e posso jurar que não é só uma animação infantil, é genial, se você também assistiu sabe do que estou falando. E lembrando desta história de gigantes eu poderia citar um homem de que quero comentar. Autor de “Twilight of the Mammoths”, o Professor da Universidade do Arizona, Paul Martin, lançou um estudo fantástico sobre a extinção dos famosos mamutes durante a Era do Gelo.

Esses animais surgiram na Terra em uma época em que o mais forte sem acabava levando a vantagem, isso intrigou pesquisadores e cientistas durante anos, sem contar nas teorias malucas que esse fato já deve ter custado.

Paul foi pé no chão em relação aos seus estudos, em uma entrevista feita pela Galileu em 2006, ele afirmou que a ocorrência não foi sem a interferência do ser humano, descartando o processo natural, explicando que o ser humano quando entrou em contato com novas espécies, transmitiu doenças que levaram a extinção desses animais pela fragilidade que apresentavam.

Contudo, é estranho imaginar uma doença capaz de exterminar mamutes, muito maiores e mais fortes que os homens, sem pensar no porque não fomos extintos também. Seus 40 anos de estudos são polêmicos, mas se forem resultado de uma verdade, podemos todos nos considerar literalmente muito resistentes.

Outra das suas explicações vem da teoria “Over Kill”, criada por volta de 1960, onde o homem caçador em busca de comida, mata para sobreviver, Martin possibilita a ideia de que o ser humano, na pré-história, achou no mamute um animal fácil de ser caçado, matando-o em excesso e rapidamente.

Não aconteceu o mesmo com o elefante, porque talvez na época, esses animais já eram acostumados com os seres humanos e vice-versa. E cá entre nós, entre um mamute e um elefante, um mamute nos ameaçaria 10 vezes mais só pelo seu tamanho, suas 10 toneladas se suas presas enormes.
E que tal a ideia de se construir parques pleistocênicos?
Ele deu a dica, vale a pena ler o livro.

Veja as propostas mais (e menos) tentadoras feitas pelos candidatos a presidentes:

Mario de Oliveira, do partido PTdoB:

Proposta: Resgate dos valores, da autoridade e da segurança:
Obediência às Leis, Sem Privilégios, Por Governantes e Governados.

O Objetivo de sua campanha é transformar o Brasil em um país do primeiro mundo no prazo de oito anos. Ou seja, tem que ser eleito duas vezes, caso contrario, nada feito.

Mais? Clique Aqui.

 

Plínio de Arruda Sampaio, do partido PSOL:

Proposta: A defesa da ocupação de terras no campo e na cidade e a suspensão do pagamento da dívida do estado brasileiro. Um calote na dívida?

Veja a entrevista no G1.

 

Américo de Souza, do partido PSL:

Proposta: Privatização de todos os ativos recebíveis federais. Quando falo em privatização não é porque eu seja a favor do Estado menor, enxuto, mas em vista da necessidade de pagar a dívida interna. Agora, por exemplo, privatizar a Petrobras, a empresa, mas não a riqueza do subsolo, os recursos naturais, que esses são de propriedade do Estado brasileiro. Vamos proceder com as concessões dos recursos, isso de concessão em lotes, agora sem a participação do Governo. Ele não recebe o barris de petróleo. No sistema energético, privatizar toda a geração e produção. Tanto a Eletrobrás quanto as hidrelétricas. O Estado não é proprietário.

Fonte: Folha de Pernambuco.

 

Marina Silva, do partido PV:

Uma das 43 razões para votar em Marina, apresentada em seu site:

33 – Marina Silva se apresenta como o ser humano que é. Não quer admiradores, mas sim uma ação onde todas as qualidades dos outros possam ser somadas às dela e os defeitos fiquem claros para que todos possam corrigi-los.

E em relação aos seus compromissos:

Neutralização das emissões de carbono da campanhaAs emissões derivadas de todo o período da campanha serão contabilizadas e publicadas na Internet. Sua neutralização ocorrerá com ações relativas a reflorestamento nos Biomas brasileiros.

 

E a melhor (Campeã):

Levy Fidelix, do partido PRTB:

BRASIL 21 Toda pessoa nascida em solo pátrio receberá um título de cidadão brasileiro. Em seguida, será aberta uma conta-poupança onde quatro salários mínimos são depositados todo o mês. Entretanto, o jovem só poderá sacar o dinheiro quando completar 21 anos. Dessa forma, em vinte e um anos teremos uma nação sem pobreza e pessoas com condições de vida dignas no país.

 

Meus parabéns. Levy Fidelix ganhou do PT nas bolsas.