Sobre Os Mamutes

Eu assisti “A Era do Gelo” e posso jurar que não é só uma animação infantil, é genial, se você também assistiu sabe do que estou falando. E lembrando desta história de gigantes eu poderia citar um homem de que quero comentar. Autor de “Twilight of the Mammoths”, o Professor da Universidade do Arizona, Paul Martin, lançou um estudo fantástico sobre a extinção dos famosos mamutes durante a Era do Gelo.

Esses animais surgiram na Terra em uma época em que o mais forte sem acabava levando a vantagem, isso intrigou pesquisadores e cientistas durante anos, sem contar nas teorias malucas que esse fato já deve ter custado.

Paul foi pé no chão em relação aos seus estudos, em uma entrevista feita pela Galileu em 2006, ele afirmou que a ocorrência não foi sem a interferência do ser humano, descartando o processo natural, explicando que o ser humano quando entrou em contato com novas espécies, transmitiu doenças que levaram a extinção desses animais pela fragilidade que apresentavam.

Contudo, é estranho imaginar uma doença capaz de exterminar mamutes, muito maiores e mais fortes que os homens, sem pensar no porque não fomos extintos também. Seus 40 anos de estudos são polêmicos, mas se forem resultado de uma verdade, podemos todos nos considerar literalmente muito resistentes.

Outra das suas explicações vem da teoria “Over Kill”, criada por volta de 1960, onde o homem caçador em busca de comida, mata para sobreviver, Martin possibilita a ideia de que o ser humano, na pré-história, achou no mamute um animal fácil de ser caçado, matando-o em excesso e rapidamente.

Não aconteceu o mesmo com o elefante, porque talvez na época, esses animais já eram acostumados com os seres humanos e vice-versa. E cá entre nós, entre um mamute e um elefante, um mamute nos ameaçaria 10 vezes mais só pelo seu tamanho, suas 10 toneladas se suas presas enormes.
E que tal a ideia de se construir parques pleistocênicos?
Ele deu a dica, vale a pena ler o livro.

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O mundo é das baratas

As baratas do futuro estão a prova de alterações climáticas, é o que Natalie Schimpf e seus colegas da Universidade de Queensland em Brisbane, na Austrália examinaram.

Na pesquisa, Schimpf percebeu que as baratas alteram o padrão respiratório de acordo com a umidade, a concentração de dióxido de carbono e oxigênio.

Ele explica que as baratas perdem água enquanto respiram, ou seja, quando estão em um ambiente seco, a respiração mais curta proporciona uma perda bem menor da quantidade de liquido.

O estudo aborda o tema que as baratas estão altamente condicionadas a viver no subsolo, onde os níveis de CO2 são venenosos. Essa adaptação permite com que as baratas colonizem um habitat mais seco.

Segundo George McGavin, da Universidade de Oxford, as “Baratas têm uma incrível variedade de adaptações à vida em terra seca”.

Não é difícil imaginar, as mudanças climáticas nada podem fazer para o extermínio desses insetos.

Poluição interfere o sexo de animais e humanos

O estudo foi um dos vencedores do Prêmio Saúde 2008, promovido pela Editora Abril. Dois trabalhos de pesquisadores da USP tentam explicar o ocorrido e as conseqüências, a pesquisa “Poluição atmosférica em São Paulo diminui o nascimento de meninos e camundongos machos” mostra que quanto maior o número de partículas suspensas na atmosfera, menor a quantidade de meninos nascidos em regiões de São Paulo.

Segundo o estudo, a sujeira do ar afeta o cromossomo Y (do sexo masculino) o que causa certa dificuldade na formação dos meninos.

Jorge Hallak, um urologista, também se dedicou a desvendar o “mistério”, em um trabalho experimental observou que ratos expostos á poluição ejaculam menos, e afirma: “A poluição afeta a qualidade e a quantidade de sêmen”.

Já uma nova pesquisa aponta que a poluição nas águas é capaz de mudar o sexo dos caranguejos. Mas dessa vez, as fêmeas sofrem uma mutação quando entram em contato com o poluente e se masculinizam. O causador dessa mudança é uma tinta usada por pescadores. Essa tinta é usada para que alguns animais marinhos não grudem no casco do barco, causando a perda de velocidade e dificultando a pesca.

A substância encontrada na tinta é o TBT (tributilestanho), apontada como extremamente tóxica, responsável pela mudança nos caranguejos, segundo o biólogo Bruno Sant’Anna, da Unesp.