A grande praga no mundo da moda

Desde quando uma marca é criada, focalizada e comercializada, muitas pessoas exercem a atividade de levantar a voz e reclamar contra os excessos dos acessórios, cores, por vezes a vulgaridade das combinações, os altos preços, e claro, a mega magreza das modelos.
Quem são essas vozes?
Provavelmente não são os telespectadores afobados pela mídia, loucos para terem o mesmo par de sapatos. Mas não vamos entrar em detalhes sobre o consumo excessivo e leis de oferta e procura, o “i” da questão está exatamente na fotografia super retocada da modelo Filippa Hamilton, em um anúncio da marca Polo Ralph Lauren.

Lauren

Na esquerda, a modelo aparece deformada pela falta de senso e pelo photoshop, á direita a mesma modelo sem o “retoque” de “gorduras”.
Após o exagero, a marca disse que a foto alterada foi um erro e pede desculpas, mas logo em seguida a ex-modelo disse que foi demitida pela Polo Ralph Lauren, porque ela não se encaixava mais nas amostras, pois teria “engordado”.

Essa palhaçada toda reflete no impacto que a industria de moda tem feito nas jovens e adolescentes, nem vale a pena citar nomes de celebridades que morreram porque queriam estar “sob-medida”, ou porque ficaram na mesa cirúrgica na mão da estética. Mas vale ressaltar os milhões e milhões de reais que essa industria recebe por cada peça de roupa, idealizada em uma Olívia Palito.

O fato é: quanto mais obesa a população fica, mais fina é a mulher perfeita. E isso é exatamente o que eles querem, moda é um mundo de perfeições, que por trás das cortinas exploram uma imagem totalmente deformadora e o mais incrível é que é quase impossível notar o quão monstruoso é o caráter excessivo das roupas numa passarela.

Isso porque a moda deveria dizer algo sobre a nossa cultura, como a gente realmente é.

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O mal da Urbanização

A palavra “cidade” segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira quer dizer uma concentração populacional, industrial, mercantil, financeira e cultural, a mesma palavra á alguns séculos atrás era sinônimo de superpovoamento, condições sanitárias precárias, descuido ambiental e ainda doenças epidêmicas ceifando vidas dos migrantes vindos do campo.

Hoje podemos dar o mesmo significado, mas acrescentando um pouco mais de trânsito, favelas, desabrigados, lixões, doenças, estresse, poluição e desigualdade.

Um dos cálculos feito pelo Programa das Nações Unidas para Assentamentos Urbanos (UN Habitat) explica: “No ano passado, boa parte dos 6,6 bilhões da população mundial vivia em cidades”. A Tendência é aumentar, demonstra um relatório da ONU: “Em 1950, um terço das pessoas vivia em cidades. Apenas 50 anos depois, isso aumentou para 50%, e continuará a crescer até alcançar dois terços, ou 6 bilhões de pessoas, em 2050”.

Cidades são atraentes, morar em uma garante acesso á escolas, hospitais, alimentos, transportes, mais oportunidades de emprego, cultura, lazer e conforto. O problema é que a concentração no meio urbano é muito alta em países geralmente pobres, resultando grandes necessidades de recursos nas cidades sem estrutura para abrigar certa quantidade de pessoas. Os recursos são precários na sustentação dessa concentração populacional, os problemas são evidentes: Fome, pobreza, criminalidade, violência, e doenças contagiosas. Essa migração para o meio urbano também é a causa das cenas dramáticas vistas diariamente nos jornais e na TV.

Em 1976, uma agência especializada nesta área foi criada pela ONU, junto com uma conferência: Habitat I. Em 1996 nasce a Habitat II e 171 países assinam um documento que define diversas convenções, beneficiando os direitos econômicos, culturais, infantis, sociais, racial, feminino e qualquer discriminação ou abuso contra os direitos humanos.

A solução para o caos ambiental e social nas atuais megacidades poderiam ser aplicadas com políticas públicas que estimulassem um uso moderado de energia e água, a atenção sobre os desabrigados e as favelas aumentada para que diminuísse a sobrecarga da infra-estrutura urbana, ajudando até a diminuição da violência e da criminalidade.

Influenza A (H1N1)

De abril á junho, a influenza A/H1N1 chegou a atingir todos os continentes. O vírus apareceu perfeitamente adaptado ás transmissões que chegou ao alerta da Organização Mundial da Saúde: Uma perigosa pandemia.

O vírus é uma combinação de cinco genes de gripe suína, dois da aviária e um da humana, estão entre os mais simples que existem, porém mortais ao organismo do homem.

É certo que, todo mundo um dia em vida já pegou ao menos uma gripe, seja ela forte ou não. Um dos estudos da OMS aponta que 15% da população mundial fica gripada anualmente e que aproximadamente 500 mil pessoas morrem de gripe a cada ano.

O medo é inevitável, a doença já mudou a rotina de muita gente, de escolas, locais públicos e principalmente o cuidado preferencial dos hospitais. O fato mais assustador é que especialistas supõe que novas epidemias, mais fortes e resistentes, estão por vir e ao contrario de alguns anos atrás, quando só existiam navios para a deslocação de pessoas de continente para continente, hoje viajamos de um lado para outro em pouquíssimas horas (de avião), aumentando os riscos de que a influenza A e outras possíveis gripes voe de ponta a ponta o mundo inteiro.

O LIXO

Uma das maiores preocupações para as administrações públicas, o lixo gerado e descarregado no meio ambiente 24 horas por dia não é só um detalhe exclusivo das grandes cidades, mas é exatamente nelas que os maiores problemas se destacam.

Nesses grandes centros urbanos, é comum as pessoas usarem terrenos abandonados para o depósito de lixo, por vezes, a rua também é vitima do caos. Esses depósitos causam sérios problemas para a população local, a proliferação dos ratos e insetos são características próprias desses ambientes e esses transmissores de doenças se espalham pela comunidade inteira alterando o modo de vida saudável de uma vizinhança.

Esses lixões atraem pessoas que procuram reaproveitar objetos e até mesmo alimento, essas pessoas estão expostas á contaminações de alto risco.

Mas o problema gerado pelo lixo ultrapassa esse incomodo urbano, ele também prejudica o solo e as águas, sem falar em alguns problemas comuns em diversos lugares do mundo, como o entupimento de bueiros e a causa de enchentes.

Segundo a Associação Brasileira de Limpeza Pública (ABLP), em 1999, a disposição final dos resíduos sólidos no Brasil chegou calcular que 76% estavam acumulados em lixões e somente 1% de todo o lixo produzido estavam sendo encaminhados para a incineração e reciclagem. Hoje, a ABLP deixa claro em seu próprio site que a capacidade dos lixões estão esgotadas, o mesmo artigo foi publicado pela editoração do jornal O Estado de S. Paulo em 19/03/2009.

Além do lixo domiciliar e comercial, o lixo que preocupa e chama mais atenção é o lixo atômico e o hospitalar.

O lixo hospitalar pode provocar contaminações, mas na maioria das vezes, é jogado junto ao lixo comum, o ideal seria que fosse incinerado separadamente.

O lixo atômico constitui os materiais mais ameaçadores paras as gerações futuras, esse lixo que é produzido pelas usinas nucleares são difíceis de serem reaproveitados, são colocados em caixas de concreto lacradas e lançados a alto mar.

O perigo é ameaçador, a corrosão dessas caixas pela água do mar é evidente com o tempo, mas se acidentalmente esse lixo for desenterrado os danos podem ser os mais trágicos.

Uma das emergências a se esperar neste século, é a resolução de maneira consciente de onde armazenar o lixo nuclear, e de como reaproveita-lo.

Navegando na internet em busca de informações mais recentes, encontrei um banco de imagens no site SEFLORAL, sobre o lixão de Maringá.

O que mais me impressionou no final da página, após ver fotos de desmazelo absoluto em questão ao armazenamento do lixo que a cidade contém, foi a seguinte descrição: “Cidade de Maringá, 300 mil habitantes. Qualidade de vida de primeiro mundo. Cidade boa de se morar, industrializada, possui várias universidades e é conhecida mundialmente pela sua arborização urbana.”

Uma das fotos:
Maringá

Gripe, humanos e.. porcos? (gripe suína)

Febre, dores no corpo, tosses e espirros são sintomas clássicos de qualquer gripe, as esses sintomas estão causando pânico nos últimos dias, principalmente para os mexicanos.

A nova ameaça parece ter surgido por uma mutação no organismo dos porcos, que suportam vários tipos de vírus e que em pouco tempo adaptaram-se ao organismo humano.

Até a manhã desta terça-feira (28 de abril de 2009) o número de infectados e suspeitos no México eram de 1615 pessoas, os casos confirmados nessa tarde chega a 97 pessoas em sete países.

No Brasil, até as últimas horas foram detectadas 20 pessoas com suspeita da gripe.

Os aeroportos alertam sobre a doença, distribuem mascaras protetoras para todos em locais públicos em prevenção aos que podem estar infectados.

O alerta assusta o mundo todo, a OMS teme o risco da doença se tornar uma pandemia, como o caso da Sars, doença que matou 800 pessoas em 2003.

A gripe aviária também assustou países da Ásia, África e Europa, até 191 pessoas morreram, milhares de aves foram sacrificadas para conter a epidemia.

Especialistas ainda não identificaram o local onde a gripe suína começou, nem como foi provocado o primeiro caso, mas afirmam que a transmissão é feita através do ar, tosses e espirros são os fatores principais pelo qual o contato ao público deve ser evitado, mesmo o aperto de mãos são motivo de alerta.

Nos E.U.A, estudantes que voltaram de uma excursão pelo México já apresentam sintomas da doença, em muitos deles a doença já foi confirmada. Escolas se preocupam com o caso e fecham as portas até que o perigo esteja devidamente controlado.

A notícia que alivia a muitos, é que as vacinas e remédios já existentes parecem ser eficazes para a epidemia, não necessitando gerar demorados métodos de medicação. A vacina própria para a doença está prevista para seis meses, tempo em que as medicações existentes parecem dar conta.

Qualquer suspeita o médico deve ser procurado, o paciente fará todos os exames necessários e ficará isolado até a saída dos resultados.

Mapa dos pontos atingidos pela gripe suína no mundo topo, fornecido e atualizado pelo google maps:

Informe-se: Ministério da Saúde